O silêncio

Em conjunto com o texto sobre o vazio, devemos também colocar o entendimento sobre o significado do “silêncio”. Silêncio quer dizer: “estado de quem por vontade própria ou obrigado, se cala ou se abstém de falar, de publicar, de escrever, de pronunciar qualquer palavra ou som, de manifestar os próprios pensamentos etc”. Muitas pessoas colocam o silêncio como sendo o centro da compreensão humana ou o ponto de equilíbrio do ser. Muitos propagam que o grande estado de iluminação se vive no silêncio e no vazio de pensamentos, sentimentos e emoções. Um estado inabalável do ser.

Mas, como podemos entender o vazio e o silêncio como o grande estado de transcendência humana, se a dança, a música e as artes, por exemplo, são expressões tão lindas, que nos trazem bem estar e conhecimento e que vão totalmente no sentido oposto do silêncio e do vazio? A resposta está em “não podemos”, porque o silêncio é apenas um momento necessário em nossa vida para acalmar a mente, reequilibrar a energia e refletir sobre nossa vida, mas, o movimento e a expressão através da fala também são. Então, a chave é entender a importância e o momento precioso que o silêncio nos traz para refletir e nos equilibrar, mas entender que ao caminhar, ao falar, ao nos expressar, nós também podemos encontrar equilíbrio. Então, uma coisa soma a outra. Nós somos seres de expressão, de comunicação e não há como pararmos de nos comunicar para sempre, mas podemos e devemos parar por alguns momentos.

Um gato não medita, um cachorro não medita, porque eles são integrados em si. Nós por termos mais intelectualidade é que criamos diversos problemas em nossa vida e por isso precisamos da ferramenta da meditação para nos equilibrar. Mas, a meditação pode ser feita de diversas formas, inclusive ao caminhar, como bem ensinado pelo mestre budista Thich Nhat Hanh. Aliás, foi de uma monja do mosteiro do mestre Thich Nhat Hanh no documentário “Caminhe comigo” que ouvi a melhor resposta sobre o silêncio. Quando perguntada sobre a relação do silêncio e dos mantras (son) ela respondeu que: “Silêncio não é sobre não propagar sons, mas sobre não propagar ruídos”. Ou seja, silenciar a mente é apenas uma parte do processo, não para eliminar os pensamentos, falas e expressões, porque isso é impossível, mas para controlar o turbilhão dos pensamentos e por consequência, com calma, analisar a vida de forma correta, parar de criar tantos problemas, parar de propagar “ruídos”, ou seja, parar de falar desnecessariamente.

Thai monk meditation at temple in Ayutthaya, Thailand

Silenciar a mente é na verdade acalmar a mente, para uma vida mais saudável. Pratique meditação pelo menos por 5 minutos em seu dia a dia e você sentirá os efeitos benéficos que ela lhe trará. Por outro lado, cante mantras e músicas espirituais e da mesma forma você sentirá a própria vibração do seu corpo sutilizar com o tempo, porque estando o espírito em paz, o corpo também entra em equilíbrio e paz. As formas de se trabalhar são técnicas diferentes, mas são complementares e trazem uma vida muito melhor a quem delas se utiliza.

O vazio

Vazio, outra palavra que trás “filósofofarofadas” nos meios espiritualistas. Muitas pessoas acreditam que um dia “voltaremos ao vazio”, outros afirmam que precisamos esvaziar a mente e ir ao vazio. Conceitos budistas trazem o vazio com a ausência do Eu. Mas… não, não é bem assim. Pelo menos não assim como muitos interpretam. Em primeiro lugar quando vamos falar em voltar ao vazio, precisamos entender que não existe vazio, pelo menos não dentro daquilo que poderíamos imaginar como vazio. Fisicamente para os cientistas, o universo mesmo após a última partícula de matéria, é preenchido de energia pura, ao qual nós espiritualistas sabemos ser a energia dos espíritos. Os budistas também não acreditam em vazio absoluto no sentido físico, pelo contrário, assim como os cientistas, os budistas acreditam que o vazio é o espaço preenchido de energia que está além da matéria. Então, o vazio a que se refere aqui, é o vazio da matéria como a conhecemos. E dizemos “matéria como a conhecemos”, porque mesmo os espíritos são formados de matéria, embora uma matéria mais sutil do que podemos imaginar. Desse modo, voltar ao vazio também não é algo que se possa afirmar como se voltássemos a algum lugar onde não existiria a matéria.

Também não podemos entender o vazio como uma consciência do espírito de modo que os pensamentos ou sentimentos sejam totalmente eliminados eternamente. Lembrem sempre que os espíritos são seres de pensamentos, emoções e sentimentos e assim, podemos (e devemos) nos colocar em meditação de forma que esvaziamos nossa mente momentaneamente para alcançar o equilíbrio espiritual, mas, isso é uma prática de momento, com começo, meio e fim. Não pode ser algo que nos torne “ocos” por dentro eternamente. Isso vai contra inclusive ao fato de termos consciência. Como ter consciência sem pensar e refletir? É impossível.

O vazio do Eu também não é crença plausível, afinal de contas, todos temos um Eu. Por exemplo, EU escrevi este texto e agora você está lendo, ou seja, existe um Eu e um NÓS sim. Mas então, o que é vazio do Eu? Vazio do Eu se refere ao fato de que se nós começarmos a refletir sobre o que é o Eu, iremos muito profundamente eliminar muitas coisas que não são o Eu, ficando apenas a essência última, a substância última que reencarna, que se movimenta, que reflete, que sente, ou seja, o espírito. Nós não somos o nosso corpo, atitudes, manias, pensamentos, sentimentos, ações, mas, nós somos o ser que tem o corpo, que age, que tem manias, que tem pensamentos e sentimentos. Assim sendo, de forma fácil vemos aqui que afirmar que não existe um Eu em absoluto é mais uma filósofofofarofada.

Outra questão do conceito do vazio é o fato de se acreditar que tudo é vazio de existência intrínseca, ou seja, tudo depende de causas e condições para existir. Mas, para nós espiritualistas, essa afirmação também não é correta, pois, Deus, a matéria e o espaço existem por si só, mesmo que não compreendamos isso, como bem debatido no livro Deus a Teoria de Tudo. Então, o vazio da existência intrínseca só passa a valer para tudo o que vem depois de Deus, da matéria e do espaço.

Oficialmente

Então, o que podemos colocar como “vazio”? Na verdade nada ou ao mesmo tempo várias coisas. Todas estas coisas que citamos podem e trazem entendimentos sobre o vazio e analogias onde a palavra vazio pode estar inserida, porém, precisamos compreendê-las em seus ensinamentos e não distorcer fatos. Por exemplo, se eu lhe mostrar um copo e perguntar a você se o copo está vazio ou cheio, você talvez me diga que ele está vazio no sentido de não ter nenhum líquido dentro dele. Mas então eu posso afirmar que o copo está cheio de energia, de átomos dentro dele. Assim o copo está cheio ou vazio? Depende de que sentido estamos dando a questão. Você está certo se não levar em consideração que ele está “cheio de energia dentro dele”, porque você está levando em consideração a matéria como a conhecemos e eu estou certo porque ele realmente está cheio de átomos. Então como dito, podemos usar isso para uma lição, mas que lição estamos querendo aplicar? Se não for bem explicado o sentido da lição, ela pode se tornar inclusive  uma “lição vazia de sentido”.

Do mesmo modo, quando vamos afirmar que tudo é passageiro e nada é fixo porque não tem vida própria, estaremos esquecendo que o espírito é eterno, que Deus é eterno e assim, afirmar que tudo é vazio de existência é um erro. Assim, temos aqui mais uma vez a importância do significado das palavras, da interpretação, do contexto  e da comunicação para entendermos corretamente o ensinamento. 

Perdi um ente querido, o que faço?

Na maioria das vezes, quem não acredita na comunicação com os espíritos pensa que, para aqueles que acreditam (na comunicação com os espíritos), perder um ente querido é mais fácil, pois acreditam que só de termos a crença, isso já nos conforta por si só, ou mais além, que recebemos informações do ente prontamente, ou que eles já vem conversar conosco logo após o desencarne. Mero engano. É claro que a crença na eternidade do espírito nos ajuda a superar o trauma da perda, pois, nossa fé nos leva a acreditar que estaremos juntos novamente. Mas, em quanto tempo? Isso, pouquíssimas pessoas sabem, ou tem noção pelo menos. E isso nos deixa aflitos da mesma forma. Que se saiba, não é qualquer espírito que desencarna que pode prontamente se manifestar através de um médium, ou nos enviar uma mensagem através de uma psicografia, pelo contrário, são poucos, pois, na maioria das vezes quando desencarnamos, não temos preparo e permissão para tal feito. Também precisamos lembrar que, devido a transição planetária, nem todo espírito desencarnado permanece neste planeta, sendo levado a outros planos de existência onde darão continuidade a suas experiências, sendo por escolha da espiritualidade maior, seja por suas próprias escolhas. Aliás, é constante a necessidade de nos lembrarmos disso, ou seja, de que, por mais que amamos o outro, ainda assim o outro tem suas escolhas e muitas vezes pessoas que nos são queridas aqui encarnados, tomam seus próprios rumos quando em espírito e assim, do mesmo modo que os pais/mães precisam estar preparados para ver seus filhos e filhas saírem de casa quando adultos, do mesmo modo teremos que entender que aqueles que amamos podem tomar seus próprios rumos quando em espírito.

Enterro de Mahatma Gandhi, Índia

Assim sendo, e tendo levado em consideração estes pontos importantes, como podemos nós que acreditamos na espiritualidade maior nos confortar diante da perda de um ente querido? Acredito que desse ponto em diante, não há muito o que mudar na forma como todos nós podemos lidar com a situação, ou seja, a melhor saída é o exercício diário de nossa fé na espiritualidade maior, em sua justiça divina e no desapego mesmo das pessoas às quais amamos. Do exercício da fé na espiritualidade, temos o caminho para a compreensão de que eles sabem o que fazem e quando fazem, sendo justos em grau e gênero. Assim podemos nos confortar estando cientes de que o desencarne ocorreu porque assim necessitava acontecer para a melhor experiência do ente que se foi e precisamos respeitar o ocorrido. E no desapego? Como podemos nos desapegar daqueles que amamos? Primeiramente aprendendo que desapego não é não amar, não é não gostar, não é não querer estar junto. É claro que isso é “impossível”, porque como temos sempre dito, enquanto espíritos somos seres de relacionamento e relacionamento é querer estar junto e poder abraçar, beijar e conversar. O desapego aqui se faz do ponto de não estarmos dependentes da relação como muitos têm feito ao longo do tempo. Não podemos colocar no outro a responsabilidade pela nossa felicidade e nem fazer dele muletas de nossa vida. Também precisamos entender que a vida encarnada aqui é apenas um passe para a vida maior e é lá que estaremos juntos de forma constante e segura. Aqui não temos garantias de nada e quanto mais refletirmos e aceitarmos isso, melhor.

Young woman with suitcase walking at the street in Barcelona

A morte é tema que deve ser debatido também. Falar de morte no nosso dia a dia nos prepara para o momento que sabemos ser inevitável. Existem muitos povos que trazem a temática da morte para as conversas do dia a dia e assim, quando chega a hora eles estão mais preparados para enfrentar o momento. Então como dissemos, o tema é difícil por si só, mas, ele pode ser amenizado através do exercício da fé e da normalização do tema em nosso dia a dia.

Comemoração do dia do mortos no México

Mas e sobre a comunicação com quem já foi? Como podemos receber mensagens de nossos entes queridos? Como dissemos não é fácil, ainda mais porque a maioria das pessoas não acredita e só passa a ter esperanças quando ocorre o desencarne. Daí as pessoas chegam com expectativas, com desconhecimento sobre a comunicação com os espíritos e acham que vão receber informações imediatamente. Mas, você está preparado para saber que sua mãe que desencarnou está no penumbral? Ou que seu filho está dormindo em um leito de hospital? Ou que seu marido está “vagando” sem rumo? Muitas vezes não. Então é preciso tomar cuidado quando queremos saber o que houve com o ente que “partiu”. As possibilidades são inúmeras, cada uma dentro da necessidade e mérito do ente que se foi. Imagine que você já chorou por outros entes em outras vidas. Você já chorou por outras mães, pais, irmãos, filhos e muitos nem sequer fazem mais parte da sua vida hoje. Complicado lembrar e refletir sobre isso não é mesmo?

Viram como é difícil perder uma pessoa querida, mesmo para quem acredita na comunicação com os espíritos? Pois é, por isso voltamos a afirmar que o exercício na fé da justiça do plano divino deve ser diário. Que acreditar nos planos superiores deve ser diário. Que o amor deve ser genuíno e o desapego deve ser da mesma forma exercitado. Lembrem sempre dos momentos felizes que passaram juntos e não deixem que eles sejam menores que a dor da perda. Agradeça a Deus por todos os momentos que vocês puderam passar juntos. Lembre que você ainda tem outras pessoas queridas com você. Se precisar chorar, chore tudo o que tiver para chorar, não guarde sentimentos de tristeza dentro de si. Depois disso, levante a cabeça e siga em frente. Lembre-se que seu ente não iria querer que você se deixasse derrubar por sua morte.

Se vocês se amam de verdade (você e o ente que partiu), um dia, com certeza irão se reencontrar, mesmo que não saibam quando. Assim sendo, esteja preparado para o momento da partida e viva feliz sabendo que seus corpos irão se abraçar novamente no futuro.

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Tudo é o fluxo da vida?

Existe uma expressão muito utilizada por este que lhes escreve que se chama “filósofofarofada”. Ela consiste no oposto da filosofia. A filosofia é o amor pelo saber e quando filosofamos, estamos refletindo em busca do conhecimento genuíno, do saber puro. A filósofofarofada é então a expressão que define o resultado errôneo de uma reflexão. Afirmar que tudo é o fluxo da vida, por exemplo, no sentido de que não existe bem e mal, certo e errado, é uma destas filósofofarofadas, pois não se entendeu o que esta frase quer nos dizer.

Quando você diz que tudo é o fluxo da vida, você apenas está se referindo ao óbvio, ou seja, independente do que aconteça, tudo é o fluxo da vida.  Mas, o que essa frase tem a agregar em nossa vida? Basicamente nada, porque é como dizer que a água molha, ou o fogo queima. Sabemos que a água molhar é algo que acontece naturalmente, mas ninguém quer se molhar indo para um compromisso, por exemplo. Do mesmo modo, o fato de as coisas acontecerem em um fluxo constante não quer dizer que alguém queira que algo de errado aconteça, como se o destino fosse inevitável.

Afirmar que o bem e o mal não existem é como você assinar embaixo que um assassino deve viver livre, porque ele não cometeu nenhum crime. É como se você dissesse que a guerra, o estupro, ou um espancamento não é errado. Você acredita nisso? Claro que não. Por outro lado, nós devemos lhe perguntar, por quê você busca conhecimento? Por quê você busca espiritualidade? A resposta é simples, porque você cansou de ser um fantoche social, de sofrer sem saber porquê e foi procurar respostas para as suas indagações. Se tudo fosse o fluxo da vida como se não houvesse bem ou mal, então por quê você iria procurar melhorar sua vida não é mesmo?

Além disso, temos que acrescentar aqui a lei do karma, ou seja, da ação e reação. Quando dizemos que tudo é o fluxo da vida, estamos também nos baseando que para cada ação existe uma reação. Porém, não é como se fossemos um monte de dominós enfileirados, que quando cai um, cai todos. Nós temos ação própria, estamos dando início a novas ações a todo o momento e podemos finalizar outras ações também. Assim sendo, tudo ser um fluxo de acontecimentos e o fato de uma ação gerar outra reação, não impedem novas ações de estarem sendo iniciadas neste exato momento e nem altera o fato de que nós podemos não reagir, ou reagir de outra forma a uma ação vinda de outra pessoa, certo? Por exemplo, um assassino. Não podemos afirmar com certeza que um assassino hoje foi alguém que foi assassinado por outra pessoa em outra vida e que agora, ele apenas está seguindo o “fluxo da vida” e assassinando outras pessoas. A pessoa que foi assassinada tem livre arbítrio para escolher seu caminho e assim, ela pode encerrar o ciclo de morte quando bem entender. Ou seja, nós podemos e devemos sim saber distinguir o certo do errado, o bem do mal, sem filósofarofadas.

Em último exemplo podemos dizer também que existem dois barquinhos no rio. Em um deles o barqueiro deixa o barquinho seguir sem direção. Ele bate em todas as pedras, encalha nos bolsões de areia e se arrebenta nas corredeiras e nas cachoeiras. No outro barquinho temos alguém que o conduz desviando das pedras, dos bolsões de areia e pegando os melhores caminhos que evitam corredeiras e cachoeiras. O primeiro barqueiro é aquele que vive na ilusão, apenas sendo conduzido pelo fluxo, não tendo nenhum poder de decisão sobre sua vida. O segundo barqueiro é aquele que busca conhecimento e assim sabe traçar as melhores rotas no rio da vida. Os dois vivem no fluxo dos acontecimentos, mas apenas um deles é co-criador desse fluxo, enquanto o outro é apenas conduzido pelo fluxo como uma marionete é conduzida pelo ventríloquo.

“O fluxo da vida existe, mas você pode ser co-criador deste fluxo e não apenas um fantoche”.

Ritual – Sagrado Masculino

Salve irmandade!

Convidamos a todes, mas em especial a todos os masculinos de alma independente de sexualidade ou gênero para consagrarem as sagradas medicinas juntamente com a Irmandade do Lótus neste ritual que celebra a masculinidade e a realidade sobre ser homem. O ritual será conduzido por Dalama Israel em conjunto com Raúl Vinícius e Márcio Rocha.

Ritual Sagrado Masculino
13/03/2022
Abertura dos portões as 9:00 horas
Início do ritual as 10:00 horas
Valor: R$ 80,00
Ayahuasca + Rapé + Sananga

Mais informações e inscrições
Whatsapp: (48) 9 9125-9807


Estudo do Rapé

Namastê irmandade de luz.

Convidamos a todes para nosso estudo da medicina sagrada rapé.
Para aqueles que sentirem de estar conosco, estaremos realizando este estudo por 7 meses (7 domingos. Um a cada mês), sendo que a cada mês estaremos trabalhando um Chakra e uma medicina diferente.
Serão cerimônias de 2:30 horas de duração, com o estudo e a prática de cada rapé direcionado para cada Chakra.

Traremos:
* Técnicas para trabalhar cada ponto energético.
* Técnicas de sopro do Rapé.

Primeira cerimônia
Dia 20/03/2022
Horário: 9:00 horas da manhã
Chakra: Básico
Medicina: Rapé Samauma.
Contribuição: R$ 50,00

Mais informações e inscrições
Watts (48) 9 9125-9807
Madrinha Fernanda.

Imposição de Mãos e Benzimentos

Namastê anjos de luz!

Convidamos a todis para participar de nosso curso de “imposição de mãos” e “benzimentos” que será realizado no dia 27 de março em nosso templo. Traremos alguns conhecimentos sobre as diferentes formas de canalizar energias (espirituais) através da imposições de mãos, ajudando a equilibrar o seu corpo e a sua mente, bem como transmiti-las de forma a auxiliar na cura de enfermidades de outros seres vivos.

O curso traz apostila e certificado de participação.
Além das técnicas de imposição e benzimentos, mostraremos os processos de feitura dos banhos de ervas, do lava pés, dos chás e dos incensos naturais.

Data: 27/03/2022 (Domingo)
Local: Templo da Irmandade do Lótus
Horário: 14:00 horas
Valor: R$ 100,00
Inscrições e mais informações: (48) 9 9609-7861 (Israel)

A Compreensão das Inteligências

Quando falamos de inteligência, logo passamos a entender a inteligência como um “pacote pronto”, ou seja, que uma pessoa inteligente já tem por si só conhecimento e mais, passamos a tratar as pessoas com um pouco mais de conhecimento como sendo inteligentes em detrimento de outras pessoas com menos conhecimento.

Mas, o que é inteligência?

Inteligência é nossa capacidade de aprender, ou seja, de absorver informação, analisar informação e tirar conclusões. Inteligência não é o produto em si e sim a capacidade de aprender. Todos nós espíritos nascemos na ignorância dos fatos mas nascemos também com inteligência para aprender e evoluir nossa consciência. A consciência também é o ato de aprender, porém e talvez, a diferença entre inteligência e a consciência, é que a inteligência é a parte das coisas mais práticas, das coisas do dia a dia. Enquanto isso, a consciência é a capacidade de aprender sobre as coisas mais complexas da vida, como as relações entre os seres.

Quantas inteligências temos?

Os terapeutas contemporâneos tem nos chamado a atenção de que além da inteligência da mente, teríamos também uma inteligência relativa as emoções. Mas, o que estes terapeutas tratam é da inteligência emocional como sendo a capacidade de lidar com as emoções. Porém, na Irmandade do Lótus, definimos a inteligência emocional também como uma capacidade de aprender, não apenas aprender a lidar com as emoções, mas sim, afirmamos que as nossas emoções também são uma forma de inteligência que nos trazem conhecimento genuíno.

Isso se faz presente, por exemplo, quando alguém em uma meditação ou oração se sente tocado por Deus e pelos guias espirituais, ou em qualquer outra situação onde você entende um processo por meio dos sentimentos e emoções sem nem saber descrever por meio da racionalidade. Você “sabe o que houve”, mas não sabe racionalizar sobre o que houve. Depois de um tempo você até consegue descrever, mas o que importa é que no momento, tudo fluiu de forma emocional. Assim sendo, temos que trabalhar como todas as nossas inteligências, tanto a racionalidade, quando a inteligência das emoções e dos sentimentos.

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A Compreensão do Equilíbrio em Todos os Aspectos

Por equilíbrio dizemos ser: “Condição onde as forças que atuam sobre um sistema se compensam” ou “a posição estável de um corpo”.

No caso da busca espiritual e da vida como um todo, o equilíbrio se torna peça fundamental para que possamos não desviar o nosso caminho de forma que nos apeguemos fixamente a pontos de vista distorcidos, ou que nos cobremos por atitudes e pensamentos que ainda não estão prontos em nós.

Por exemplo, no caso do apego a outros pontos distorcidos, você não pode sair de uma ação onde julga que sua cor de pele é superior a de outras pessoas (racismo) e se agarrar a uma ação onde você julgue que o fato de você ter nascido em uma determinada classe social lhe coloca como um ser superior aos que estão abaixo dela. Milhares de pessoas fazem isso todos os dias. Elas saem de bolhas de apego a conceitos e entram em outras bolhas de apego a outros conceitos.

Já na questão do equilíbrio para não se cobrar por um amadurecimento que ainda não esta preparado para acontecer, o equilíbrio te coloca em um centro onde você entende que determinados pontos ainda não devem ser tocados momentaneamente, tanto seus quando nas outras pessoas. Se você não busca equilíbrio em sua caminhada, você acaba por tentar acelerar processos de amadurecimentos. Se você não está preparado para parar de comer carne, você deve introduzir uma cardápio mais vegetariano na sua alimentação e aos poucos ir largando a carne até que pare totalmente. Do mesmo modo, você não vai força uma criança a parar de comer carne na marra. Você deve educa-la. Devemos estar nesse equilíbrio entre nós e o ambiente que está a nossa volta.

O equilíbrio nos traz a observação dos nossos limites, nos tira dos apegos e nos leva a caminhos mais harmoniosos. O equilíbrio é amigo do debate, da análise, da busca do caminho desapegado e da busca das palavras, que devem ser também equilibradas, para que possamos nos fazer entender sem máculas e violência e ainda assim saber que às vezes, a violência é necessária para defender um inocente.

Então vejam como mesmo se manter equilibrado é algo complicado. Em que momento devemos debater e em que momento devemos nos calar? Em que momento devemos agir e em que momento devemos ficar inertes? Quais os pontos devem ser equilibrados e quais os pontos que devemos simplesmente aniquilar? Precisamos estar atentos ao que é real e o que é apenas a nossa opinião. E é por isso que voltamos sempre ao ponto da busca do conhecimento genuíno.

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